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Ageto libera tráfego na TO-239, local da explosão da rocha mecaxisto na via

O tráfego está liberado, os detritos da pedra retirados, mas equipe permanece no trecho.

Por Luzinete Bispo em 25/01/2022 às 17:00:51
Foto: Divulgação/AGETO

Foto: Divulgação/AGETO

O Governo do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), liberou o trânsito de veículos, no local da explosão da pedra mecaxisto na TO-239, trecho de Presidente Kennedy à Itaporã. A equipe de trabalho permanece no trecho, mas agora executando patrolamento e revestimento primário ao longo dos 30,32 km de extensão entre as duas cidades.

A Ageto executou a retirada os detritos da explosão no local. Imediatamente, após a limpeza, deu início à substituição do solo mole e executou o revestimento primário definitivo durante os raros intervalos com sol, neste período chuvoso.

Desde a época de Goiás que a população de Itaporã demandava a retirada da pedra, bem como melhorias na rodovia. A nova gestão do Governo do Tocantins, sensibilizada com a situação, priorizou o serviço em função das dificuldades de tráfego por aqueles cidadãos.

TO-239, trecho de Presidente Kennedy à Itaporã.| Foto: Divulgação/AGETO

Com a pedra impedindo o trânsito na rodovia, os carros pequenos eram obrigados a passar por um desvio por dentro de uma propriedade privada, ao lado da rodovia (pedra). Para os veículos de carga/transporte do agronegócio e em geral, os motoristas tinham que fazer uma outra rota com acréscimo de 30 km, via TO-164/434 para acessar a BR-153.

A detonação aconteceu na terça-feira, 11, as 15 horas. Para a explosão da rocha, segundo o engenheiro da Ageto responsável pela detonação, Anísio de Souza Neto, foram utilizados 850 kg de dinamite, 1500 metros de cordel detonante e 50 espoleta de retardo. Além disso foram usadas malhas de 2,5 x 2,5 a uma profundidade de 5,50 metros afim de fragmentar a pedra.

"Como choveu muito nos últimos dias, a liberação da rodovia demorou um pouco mais do que o previsto, pois o trabalho de recomposição do solo no local da pedra necessitava de alguns dias de sol", explicou o presidente da Ageto, Márcio Pinheiro Rodrigues.

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